A Netshoes registrou um crescimento de 94% nas vendas de camisas de seleções durante a Copa do Mundo de 2026, na comparação com a edição de 2022. Segundo o e-commerce de artigos esportivos, o desempenho foi impulsionado pelo maior tempo de duração do torneio e pela diversidade de modelos lançados pelas fornecedoras de material esportivo.
O principal destaque ficou com a Itália, que, mesmo sem disputar a competição, liderou o crescimento nas vendas. As camisas da seleção italiana registraram alta de 381% em relação ao Mundial do Catar. Na sequência aparecem Espanha (246%), Japão (239%) e Portugal (211%).
“Tivemos diversos motivos que explicam esse crescimento em relação às vendas. Um deles é a estratégia da fornecedora de material esportivo, que desenvolveu uma linha mais tradicional, respeitando o legado dos países, e uma versão lifestyle com o resgate do icônico logo da empresa. Essa variedade de opções contribuiu para que outros públicos, além dos fãs de futebol, também se interessassem pelos produtos. Outro fator importante foi a duração do campeonato, que manteve as seleções em evidência por mais tempo”, afirma Thiago Bessa, gerente comercial de futebol da Netshoes.
O desempenho da campeã Espanha também teve impacto imediato nas vendas. No dia da final da Copa do Mundo, as vendas da camisa da seleção espanhola cresceram 787% em relação ao dia anterior. Já a Argentina, vice-campeã da competição, registrou aumento de 137% nas vendas no dia seguinte à decisão.
Considerando todo o período do torneio, a Argentina liderou o ranking de vendas da Netshoes, concentrando 25% das camisas comercializadas entre todas as seleções disponíveis no e-commerce. O Top 5 é completado por Japão (15%), Espanha (14%), Alemanha (12%) e Itália (11%).
Mesmo ausente de mais uma edição da Copa do Mundo, a tradicional camisa da Azzurra manteve sua força entre os consumidores brasileiros. Segundo a Netshoes, o uniforme italiano vendeu quase quatro vezes mais do que em 2022.
“A camisa da Itália sempre está entre as mais procuradas, independentemente da participação da seleção no torneio. Além do apelo do design, a forte comunidade italiana no Brasil também contribui para esse desempenho”, conclui Thiago Bessa.




















