Quem acompanhou a partida entre Corinthians e Barra pela Copa do Brasil nesta quinta-feira (14) pode ter estranhado a escalação ao olhar para as costas das camisas. Em campo, os jogadores apareceram com nomes diferentes dos tradicionais, chamando atenção para uma ação criada para explicar de forma simples o conceito dos medicamentos genéricos.
A iniciativa faz parte de uma campanha da Neo Química, marca da Hypera Pharma, que antecipou as celebrações do Dia do Medicamento Genérico, lembrado mundialmente em 20 de maio. A proposta levou para o futebol uma mensagem conhecida do setor farmacêutico: o nome pode mudar, mas isso não altera qualidade, segurança ou eficácia.
A ideia utiliza um paralelo direto com o universo dos genéricos. Assim como acontece nas farmácias, onde diferentes versões podem manter o mesmo princípio ativo e desempenho, os atletas tiveram suas identificações alteradas sem perder aquilo que os define dentro de campo.
Para materializar esse conceito, alguns jogadores receberam novos nomes nas camisas. Raniele apareceu como Rani, Yuri Alberto virou Gusmãozin e Matheus Bidu entrou em campo como Menino Maluquinho, entre outras mudanças criadas especialmente para a partida.
Segundo a Hypera Pharma, a ação busca transformar um tema técnico em uma linguagem mais próxima do público, utilizando o futebol como ferramenta para ampliar entendimento e gerar identificação. Em vez de explicar o conceito de forma tradicional, a campanha apostou em uma experiência visual capaz de transmitir a mensagem em poucos segundos.
Ao unir esporte, comunicação e um tema ligado à saúde, a iniciativa mostra como referências populares podem tornar assuntos mais complexos simples de entender. Afinal, dentro e fora dos gramados, a proposta segue a mesma lógica: o nome pode mudar, mas a essência permanece.


















