No esporte, poucas siglas carregam tanto peso quanto GOAT. A abreviação em inglês para “maior de todos os tempos” é usada para coroar atletas que entram para a história sendo os melhores em suas modalidades.
A Lacoste decidiu levar o trocadilho ao pé da letra, homenageando Novak Djokovic. A marca substituiu temporariamente seu icônico crocodilo por uma cabra, o animal que dá nome à expressão. Essa coleção reúne polos, camisetas, jaquetas, calças, bonés, munhequeiras e meias, todas estampadas com o símbolo do novo animal especial.
Ao mexer em um dos logos mais reconhecidos da moda, a Lacoste mostra que ousar com o próprio símbolo pode valer mais que qualquer campanha convencional.
A Copa do Mundo é um dos eventos mais fotografados do planeta, mas o acesso à beira do gramado é privilégio de poucos profissionais. Diante da porta fechada, a francesa Florence Pernet decidiu encontrar arte na própria transmissão.
Em vez de mirar o gramado, ela aponta a câmera para a televisão e captura as partidas a partir da tela, explorando o brilho, a textura e as imperfeições da imagem digital. O resultado borra as fronteiras entre esporte ao vivo, consumo de mídia e fotografia contemporânea.
O reconhecimento veio rápido, e o jogador Olise, da seleção francesa, chegou a apagar o feed do Instagram para deixar apenas as imagens feitas por ela.
A semana de moda de Paris costuma ser palco de lançamentos e desfiles, mas a Nike preferiu deixar o produto de lado e transformar o próprio logo no centro das atenções. A marca apostou em uma ação física para reforçar o peso cultural de um dos símbolos mais reconhecidos do mundo.
Dentro do showroom, foi encontrado um "Swoosh" laranja atravessando uma parede, com gesso rachado e destroços pelo chão. O efeito faz parecer que o símbolo ganhou vida e forçou a entrada, sem campanha de produto nem mensagem complexa, apenas a presença da marca em uma escala grandiosa.
Inverno costuma ser sinônimo de pele ressecada e bebida quente na mão, e foi com esse conceito que a Cetaphil encontrou um gancho criativo. A marca enxergou a chance de sair da prateleira da farmácia e ocupar um lugar improvável: na cafeteria.
A colaboração com a We Coffee transforma as lojas paulistanas em ponto de encontro entre gastronomia e dermatologia. O cardápio temático traz bebidas e uma sobremesa que remetem à identidade da marca, e o ápice é o evento Coffee & Cream, com circuito de bem-estar que reúne bate-papo com dermatologistas, aula de automassagem e brincadeiras que distribuem produtos.
A ação acontece entre 22 de junho e 11 de julho nas 14 unidades da We Coffee, enquanto o Coffee & Cream ocorre no dia 3 de julho na loja do Ibirapuera, com inscrições pelo Instagram @cetaphilbrasil.
A publicidade de apostas virou um dos temas mais sensíveis das transmissões esportivas no Brasil. Com a audiência gigantesca do Mundial, a pressão de reguladores e do público sobre essas marcas só cresceu.
Diante das cobranças, a CazéTV afirmou ter ouvido o debate e revisto como apresenta seus parceiros do setor durante os jogos. Em nota ao Estadão, disse passar a aplicar um padrão mais específico e conservador para essas ativações.
O movimento mostra um veículo reagindo à leitura do próprio público antes que a regra venha de fora. Em vez de esperar a definição regulatória, a marca se antecipa.
Chegou a sexta-feira e é hora de relembrar o que movimentou a comunicação nos últimos dias aqui nos @publicitarioscriativos.
Com os naming rights vetados nos estádios da Copa do Mundo, a Gillette cobriu sua fachada com espuma de barbear, enquanto a Heinz lançou um novo ketchup de rótulo censurado de propósito, provando que a própria restrição virou matéria-prima criativa nesse Mundial.
Já a HBO apostou no espetáculo físico e fez um dragão de 8 metros sobrevoar Londres em tamanho real, sem nenhum efeito digital, numa estrutura que reuniu 14 pessoas e quase 3.000 horas de trabalho para anunciar a nova temporada de A Casa do Dragão, mostrando que uma peça analógica bem feita rende mais impacto que qualquer recurso digital.
A campanha mais comentada e polêmica da semana ficou com a 99, que deu cupons a clientes atendidos por motoristas com variações sonoras do nome de Endrick durante o jogo do Brasil. A empresa acabou acusada de marketing de emboscada pela CBF e acendeu o debate sobre até onde vai a propriedade de um nome.
Qual desses cases mais chamou sua atenção?