Quando é realmente criativa, a publicidade atrai olhares do mundo inteiro. E é por isso que muitas marcas tentam se aproximar de seu público por meio de campanhas pouco convencionais. E verdade seja dita, nós publicitários, acertamos em cheio quando o assunto é sair da zona do conforto.
Um cão muda sua vida para melhor na propaganda da Pedigree
Tintura para cabelos da Wella
Estacionamento preciso da Volkswagen
Estacione com som. Mercedes-BenzCanecas de chopp em homenagem ao festival Oktoberfest
O ar fica mais fresco dentro do carro do que fora com o ar-condicionado Panasonic
A incrível velocidade de entrega do Fedex…
…que está sempre à frente da concorrência
“Não permita que suas dívidas se transformem numa bola de neve”
A massa de modelar Play-Doh desenvolve a imaginação das crianças
Papel toalha super absorvente
Festa de ano novo da Barilla
Pequeno, porém espaçoso Honda Fit
Ketchup picante da HeinzAs facas WMF são mais afiadas do que parecem
A melhor forma de começar algo é com uma xícara de café
Uma ideia muito criativa para duchas na praia
A ideia da IWC para que passageiros experimentem os relógios dos pilotos quando estão a caminho do avião
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A coleta de sangue anda em baixa em diversos países, e encontrar uma forma criativa de chamar atenção para esse problema virou desafio para quem cuida da saúde pública. A solução encontrada foi literalmente remover a cor que simboliza o próprio sangue.
Marcas como Marvel e HSBC cederam seus logos icônicos para a ação. Em painéis digitais espalhados por grandes cidades britânicas, o vermelho desaparece das identidades visuais, revelando uma mensagem de doação no lugar.
Sem precisar explicar a carência com palavras, a peça transforma um detalhe gráfico em alerta de saúde pública e convida o público a agir antes que a cor volte a fazer falta de verdade.
Muitas empresas ainda confundem crescimento com volume, multiplicando campanhas, canais e investimentos sem garantia de que o resultado acompanha o esforço. Essa foi a provocação que Cris Arcangeli levou ao CMO Summit.
Na conversa, a empresária discutiu como inovação, transformação digital e branding sustentam negócios em um cenário cada vez mais competitivo. Para ela, crescimento não significa fazer mais, e sim usar dados para tomar decisões com mais lógica.
A frase que resume o raciocínio ficou marcada no evento: quem cria mercado não escala esforço, escala lógica. O debate continua em 2027, com mais nomes e novidades para acompanhar no perfil do @cmosummit.
Suplementos alimentares raramente entram no território da cultura pop, e a DUX Human Health decidiu mudar isso com uma collab inspirada nos personagens da DC. Em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Consumer Products, a marca lança uma edição limitada que une nutrição esportiva ao universo dos super-heróis.
A linha chega com fórmulas inéditas e sabores exclusivos, cada um associado a um personagem da franquia. As embalagens colecionáveis reforçam o apelo visual e transformam o produto de consumo diário em item de interesse para fãs.
A aposta conecta dois públicos distintos, o de cultura pop e o de performance física, usando o reconhecimento da DC para dar nova camada de desejo a um segmento tradicionalmente funcional.
A CBF notificou a 99 por uma campanha veiculada durante o jogo do Brasil contra o Haiti, em que a empresa oferecia R$ 99 em cupons para clientes atendidos por motoristas ou entregadores chamados Endrik, Hendrick, Endrique ou Hendrique. A confederação acusou marketing de emboscada e violação de direitos, e a 99 retirou os anúncios.
Sabendo que não podia citar Endrick diretamente, a 99 construiu uma campanha que opera num espaço cinza, usando variações do nome para preservar o efeito sem cometer infração textual. A resposta da CBF ampliou o conceito de propriedade intelectual para incluir sonoridade parecida.
Para a entidade, a estratégia não foi de bom tom: a 99 não é patrocinadora oficial do torneio e tentou se associar ao momento sem pagar pelo direito de uso da imagem do jogador.
Naming rights ficaram proibidos nos estádios dessa Copa do Mundo, e marcas tiveram que cobrir seus nomes nas arenas durante a competição. A restrição virou terreno fértil para a comunicação depois que a Levi’s viralizou com sua icônica marca coberta no estádio da Bay Area.
Foi nesse cenário que a Gillette se anteciopou e brincou com o próprio caso, no Gillette Stadium, postando uma resposta visual com espuma de barbear cobrindo o nome na fachada.
O timing aproveitou a repercussão da Levi’s para multiplicar o alcance da marca de lâminas.
Existe um momento em que todos os olhos do estádio se voltam para um único gesto: o braço erguido do árbitro auxiliar anunciando substituições ou tempo extra. A Rexona identificou nesse instante uma oportunidade que passava despercebida na Copa do Mundo.
Como parte do patrocínio ao Mundial 2026, a marca ocupou a lateral do uniforme, exatamente na altura da axila. O logo só fica visível quando o braço sobe, criando uma exposição condicionada ao próprio fluxo da partida. A presença da Rexona também aparece no painel luminoso usado para indicar acréscimos.
A repercussão nas redes já gerou comparações com ações semelhantes, como a parceria do Corinthians com a marca de desodorantes Avanço em 2009, provando de que a ideia já tinha espaço no Brasil antes de ganhar o mundo.