Como você já sabe a indústria da propaganda faz de tudo para chamar a atenção das pessoas. Ela não mede esforços nem recursos para garantir que seus produtos pareçam os melhores dentre as vastas opções que existem no mercado.
Para você entender um pouco melhor sobre o que estamos falando, separamos 15 imagens com truques utilizados por agências de publicidade especialmente para chamar sua atenção.
Antiácidos são usados em propagandas de bebidas para elas obterem uma espuma melhor
Os cubos de gelo perfeitos são na realidade cubos de plástico
Tinta de cabelo é utilizada para fazer os alimentos parecerem mais frescos
Estas panquecas com óleo de motor não são apetitosas?
Assim que são colocadas as sementes de gergelim dos hambúrgueres nas propagandas
O sorvete que você vê nas propagandas na realidade é um purê
Alguns alimentos como pães para parecerem mais frescos recebem polidor de sapatos para conseguir este efeito
Batons são utilizados para realçar a cor de certos alimentos como o morango
E você sempre achou que aquilo fosse leite
Água e sabão são utilizadas para fazer os leites parecerem mais frescos e saudáveis em suas propagandas
Frangos são dourados somente por fora e recebem enchimentos de papel para manterem sua forma antes de uma sessão de fotos
Que tal uma fatia de bolo?
Alguns insetos são congelados em determinadas posições para parecem naturais em algumas sessões de fotos
Este frango grelhado parece ótimo!
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A coleta de sangue anda em baixa em diversos países, e encontrar uma forma criativa de chamar atenção para esse problema virou desafio para quem cuida da saúde pública. A solução encontrada foi literalmente remover a cor que simboliza o próprio sangue.
Marcas como Marvel e HSBC cederam seus logos icônicos para a ação. Em painéis digitais espalhados por grandes cidades britânicas, o vermelho desaparece das identidades visuais, revelando uma mensagem de doação no lugar.
Sem precisar explicar a carência com palavras, a peça transforma um detalhe gráfico em alerta de saúde pública e convida o público a agir antes que a cor volte a fazer falta de verdade.
Muitas empresas ainda confundem crescimento com volume, multiplicando campanhas, canais e investimentos sem garantia de que o resultado acompanha o esforço. Essa foi a provocação que Cris Arcangeli levou ao CMO Summit.
Na conversa, a empresária discutiu como inovação, transformação digital e branding sustentam negócios em um cenário cada vez mais competitivo. Para ela, crescimento não significa fazer mais, e sim usar dados para tomar decisões com mais lógica.
A frase que resume o raciocínio ficou marcada no evento: quem cria mercado não escala esforço, escala lógica. O debate continua em 2027, com mais nomes e novidades para acompanhar no perfil do @cmosummit.
Suplementos alimentares raramente entram no território da cultura pop, e a DUX Human Health decidiu mudar isso com uma collab inspirada nos personagens da DC. Em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Consumer Products, a marca lança uma edição limitada que une nutrição esportiva ao universo dos super-heróis.
A linha chega com fórmulas inéditas e sabores exclusivos, cada um associado a um personagem da franquia. As embalagens colecionáveis reforçam o apelo visual e transformam o produto de consumo diário em item de interesse para fãs.
A aposta conecta dois públicos distintos, o de cultura pop e o de performance física, usando o reconhecimento da DC para dar nova camada de desejo a um segmento tradicionalmente funcional.
A CBF notificou a 99 por uma campanha veiculada durante o jogo do Brasil contra o Haiti, em que a empresa oferecia R$ 99 em cupons para clientes atendidos por motoristas ou entregadores chamados Endrik, Hendrick, Endrique ou Hendrique. A confederação acusou marketing de emboscada e violação de direitos, e a 99 retirou os anúncios.
Sabendo que não podia citar Endrick diretamente, a 99 construiu uma campanha que opera num espaço cinza, usando variações do nome para preservar o efeito sem cometer infração textual. A resposta da CBF ampliou o conceito de propriedade intelectual para incluir sonoridade parecida.
Para a entidade, a estratégia não foi de bom tom: a 99 não é patrocinadora oficial do torneio e tentou se associar ao momento sem pagar pelo direito de uso da imagem do jogador.
Naming rights ficaram proibidos nos estádios dessa Copa do Mundo, e marcas tiveram que cobrir seus nomes nas arenas durante a competição. A restrição virou terreno fértil para a comunicação depois que a Levi’s viralizou com sua icônica marca coberta no estádio da Bay Area.
Foi nesse cenário que a Gillette se anteciopou e brincou com o próprio caso, no Gillette Stadium, postando uma resposta visual com espuma de barbear cobrindo o nome na fachada.
O timing aproveitou a repercussão da Levi’s para multiplicar o alcance da marca de lâminas.
Existe um momento em que todos os olhos do estádio se voltam para um único gesto: o braço erguido do árbitro auxiliar anunciando substituições ou tempo extra. A Rexona identificou nesse instante uma oportunidade que passava despercebida na Copa do Mundo.
Como parte do patrocínio ao Mundial 2026, a marca ocupou a lateral do uniforme, exatamente na altura da axila. O logo só fica visível quando o braço sobe, criando uma exposição condicionada ao próprio fluxo da partida. A presença da Rexona também aparece no painel luminoso usado para indicar acréscimos.
A repercussão nas redes já gerou comparações com ações semelhantes, como a parceria do Corinthians com a marca de desodorantes Avanço em 2009, provando de que a ideia já tinha espaço no Brasil antes de ganhar o mundo.