A real função da publicidade é de convencer as pessoas a adquirir determinados produtos ou serviços, criando uma certa consciência a respeito de temas universais, como combate à pobreza, violência contra a mulher e a preservação ambiental por exemplo.
Em 2016 algumas campanhas muito interessantes foram veiculadas. Confira a lista completa das 20 mais impactantes.
Tecnologias contra violência física.
300 mil crianças vão à guerra, em vez de ir à escola
Uma foto de um país do terceiro mundo: selfie que não deveria existir.
Os doces matam. Cartazes criados com o objetivo de aumentar a conscientização sobre o diabetes.
Um conceito de publicidade contra o tabaco.
Doe sangue. Preencha a vida de alguém.
Um projeto que apoia o transplante de órgãos na China.
As crianças passam menos tempo fora do que os presos. Liberte as crianças.
Trabalho infantil: se você não falar sobre isso, ele não acabará.
Unicef: lutamos por um mundo no qual esta foto teria apenas um significado.
Quanto mais tempo uma criança autista não recebe ajuda, fica mais difícil chegar até ela.
Criar um ambiente urbano acessível aos deficientes é muito importante.
A solidão mata. Um projeto que apoia pessoas da terceira idade.
Um cartaz do Programa Mundial de Alimentos da ONU.
Romênia contra a poluição: de que tamanho deve ser o lixo, para você parar de ignorá-lo?
Uma publicidade contra escrever mensagens de texto, enquanto está dirigindo.
Dessa forma vive a natureza hoje: tentando sobreviver.
A publicidade que lembra que o desmatamento afeta os seres humanos.
Não é um casaco de pele. É a mãe de alguém.
Os pokémons existem. Salve todos.
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A Copa do Mundo é um dos eventos mais fotografados do planeta, mas o acesso à beira do gramado é privilégio de poucos profissionais. Diante da porta fechada, a francesa Florence Pernet decidiu encontrar arte na própria transmissão.
Em vez de mirar o gramado, ela aponta a câmera para a televisão e captura as partidas a partir da tela, explorando o brilho, a textura e as imperfeições da imagem digital. O resultado borra as fronteiras entre esporte ao vivo, consumo de mídia e fotografia contemporânea.
O reconhecimento veio rápido, e o jogador Olise, da seleção francesa, chegou a apagar o feed do Instagram para deixar apenas as imagens feitas por ela.
A semana de moda de Paris costuma ser palco de lançamentos e desfiles, mas a Nike preferiu deixar o produto de lado e transformar o próprio logo no centro das atenções. A marca apostou em uma ação física para reforçar o peso cultural de um dos símbolos mais reconhecidos do mundo.
Dentro do showroom, foi encontrado um "Swoosh" laranja atravessando uma parede, com gesso rachado e destroços pelo chão. O efeito faz parecer que o símbolo ganhou vida e forçou a entrada, sem campanha de produto nem mensagem complexa, apenas a presença da marca em uma escala grandiosa.
Inverno costuma ser sinônimo de pele ressecada e bebida quente na mão, e foi com esse conceito que a Cetaphil encontrou um gancho criativo. A marca enxergou a chance de sair da prateleira da farmácia e ocupar um lugar improvável: na cafeteria.
A colaboração com a We Coffee transforma as lojas paulistanas em ponto de encontro entre gastronomia e dermatologia. O cardápio temático traz bebidas e uma sobremesa que remetem à identidade da marca, e o ápice é o evento Coffee & Cream, com circuito de bem-estar que reúne bate-papo com dermatologistas, aula de automassagem e brincadeiras que distribuem produtos.
A ação acontece entre 22 de junho e 11 de julho nas 14 unidades da We Coffee, enquanto o Coffee & Cream ocorre no dia 3 de julho na loja do Ibirapuera, com inscrições pelo Instagram @cetaphilbrasil.
A publicidade de apostas virou um dos temas mais sensíveis das transmissões esportivas no Brasil. Com a audiência gigantesca do Mundial, a pressão de reguladores e do público sobre essas marcas só cresceu.
Diante das cobranças, a CazéTV afirmou ter ouvido o debate e revisto como apresenta seus parceiros do setor durante os jogos. Em nota ao Estadão, disse passar a aplicar um padrão mais específico e conservador para essas ativações.
O movimento mostra um veículo reagindo à leitura do próprio público antes que a regra venha de fora. Em vez de esperar a definição regulatória, a marca se antecipa.
Chegou a sexta-feira e é hora de relembrar o que movimentou a comunicação nos últimos dias aqui nos @publicitarioscriativos.
Com os naming rights vetados nos estádios da Copa do Mundo, a Gillette cobriu sua fachada com espuma de barbear, enquanto a Heinz lançou um novo ketchup de rótulo censurado de propósito, provando que a própria restrição virou matéria-prima criativa nesse Mundial.
Já a HBO apostou no espetáculo físico e fez um dragão de 8 metros sobrevoar Londres em tamanho real, sem nenhum efeito digital, numa estrutura que reuniu 14 pessoas e quase 3.000 horas de trabalho para anunciar a nova temporada de A Casa do Dragão, mostrando que uma peça analógica bem feita rende mais impacto que qualquer recurso digital.
A campanha mais comentada e polêmica da semana ficou com a 99, que deu cupons a clientes atendidos por motoristas com variações sonoras do nome de Endrick durante o jogo do Brasil. A empresa acabou acusada de marketing de emboscada pela CBF e acendeu o debate sobre até onde vai a propriedade de um nome.
Qual desses cases mais chamou sua atenção?
Vender imóveis tradicionalmente nunca dependeu de câmera, roteiro ou edição de vídeo, mas o mercado mudou. O QuintoAndar lançou o “Corretor em Cena”, programa que coloca corretores no centro da comunicação da marca, transformando-os em vozes legítimas do mercado imobiliário nas redes sociais.
Em parceria com a Socialis, a iniciativa reuniu mais de 50 profissionais num modelo gamificado de criação de conteúdo, com orientações e desafios para produzir vídeos de alto impacto. Muitos nunca tinham gravado nada com foco profissional antes do programa.
Os números comprovam o potencial: mais de 460 conteúdos produzidos, 43,5 milhões de impressões e vídeos nativos dos corretores que chegaram a representar 38% do investimento em campanhas de Click-to-WhatsApp, superando formatos tradicionais de anúncio.