Seria essa campanha uma revolução do marketing esportivo?

Por Pedro Renan

Grandes canais de mídias, incluindo o espanhol Marca, publicaram em seus portais sobre uma ação feita pelo patrocinador master do Fluminense de Feira de Santana em um jogo realizado no campeonato baiano.

No dia da mulher, inspirado pelo time baiano, o Cruzeiro usou os números do uniforme para expor os problemas que elas mais sofrem no dia a dia o que acabou sendo uma ação pra lá de inovadora, já que o universo do futebol é considerado machista.

Uma ação bem-feita gera ótimos resultados e traz uma grande satisfação ao seu patrocinador, principalmente quando feita em mídia espontânea ou lançamento de produto. Mas vamos frisar novamente: AÇÃO BEM-FEITA!

Reprovada (e muito bem reprovada) uma ação feita pelo Botafogo em 2015, no mesmo dia em que o Cruzeiro fez a sua, a Casa&Video divulgou uma “oferta maluca” de um secador de cabelo nas costas da camiseta.

Mas porquê reprovada?

Primeiramente o uniforme não é um outdoor para sairmos colocando anúncios onde não devemos. E além de tudo isso, o produto teria sido escolhido para “secar” os adversários. Que falta de sensibilidade!

Nem só de uniformes o marketing esportivo se resume. Em meio a coletiva de imprensa, o celular do Rodriguinho, volante do Corinthians, tocou e ele atendeu dando uma de ator e anunciando: “Desculpa aí gente, mas é notícia boa. Um parceiro novo que está chegando aqui no Corinthians, vocês vão ficar sabendo”. No dia seguinte o Corinthians anunciou a Alcatel Celulares como patrocinador.

Agora eu te pergunto: seria esse o futuro do marketing esportivo?

Acredito que sim. Em uma entrevista para a ESPN, José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa e FAM (Faculdade das Américas), reconheceu o retorno que o Palmeiras trouxe às marcas.

“Divulgamos há anos na TV, mas só agora as pessoas gravaram o nome Crefisa.
A FAM triplicou o número de matrículas.”

Gostou? Deixe nos comentários o que você acha desta pequena evolução no marketing esportivo.