Haters de carros elétricos protagonizam nova campanha de lançamento da BYD

Redação
Escrito por Redação
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Carros elétricos e híbridos ainda enfrentam resistência entre o público brasileiro, que costuma tratar a transição energética do setor automotivo com desconfiança e preconceito. Foi esse cenário que a BYD decidiu confrontar diretamente no lançamento de seu novo modelo, o Song Pro Flex.

Para isso, a marca aproveitou o formato “30 contra 1”, que ganhou popularidade no YouTube ao colocar uma pessoa sozinha debatendo com um grupo de opiniões contrárias. A comunicação, assinada pela agência We em parceria com o Canal Foco, detentor do formato no Brasil, reuniu comentários reais de internautas céticos em relação aos veículos eletrificados e os colocou frente a frente com o novo modelo.

O Song Pro Flex é apresentado como o primeiro super híbrido do mundo, movido a etanol, gasolina e energia elétrica. A proposta da campanha é que os próprios haters, ao conhecerem a tecnologia e os argumentos por trás do carro, tenham dificuldade em manter suas críticas, o que rendeu ao modelo o título de “o SUV mais amado pelos haters da BYD”.

“Só tem haters alguém que alcança muito sucesso. No caso da BYD, essa conquista foi muito veloz e a gente acredita que quase toda a aversão à marca mora na falta de informação”, afirma Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD no Brasil.

Armando Araújo, CCO da We, explica a lógica por trás da criação: “A gente pensou o contrário: e se a nossa campanha usasse os comentários aleatórios de haters como escada para apresentar todas as inovações do novo BYD Song Pro Super-Híbrido Flex Fuel e desmenti-los em rede nacional”.

Além do filme e do teaser, o lançamento do modelo conta com conteúdo nas redes sociais, OOH e DOOH, além de mídia digital em âmbito nacional. A marca ainda prepara ações de impacto para a continuidade da campanha em parceria com o Canal Foco, incluindo merchandising e quadros patrocinados no Domingão com o Hulk.

Ao transformar críticas em argumento de venda, a BYD aposta na desinformação como obstáculo maior que a concorrência, usando o próprio ceticismo do público como vitrine para o produto.