A participação do McDonald’s na Hora do Planeta ganha um novo peso em 2026 ao combinar um gesto simbólico com um avanço estrutural relevante em sua operação. No próximo sábado, das 20h30 às 21h30, a rede apagará as luzes de fachadas e letreiros de seus restaurantes, marcando o 18º ano consecutivo de adesão ao movimento global de conscientização sobre as mudanças climáticas.
Mais do que um ato pontual, a ação chega acompanhada de um marco importante dentro da operação da Arcos Dorados, responsável pela marca na América Latina. Em 2025, a companhia atingiu mais de 96% de uso de energia proveniente de fontes renováveis em seus restaurantes próprios no Brasil, consolidando um avanço significativo em sua estratégia de transição energética.
Com esse índice, as emissões de Escopo 2 passam a representar apenas 0,01% das emissões totais da empresa no país, evidenciando uma operação mais eficiente e alinhada a práticas de menor impacto ambiental. A mudança reforça o compromisso com a descarbonização e contribui diretamente para o cumprimento do Organização das Nações Unidas dentro do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 7, voltado ao acesso à energia limpa e sustentável.
Segundo Marie Tarrisse, gerente sênior de Impacto Social e Desenvolvimento Sustentável da Arcos Dorados Brasil, a proposta é usar a escala da marca para ampliar o impacto da mensagem. Ao mesmo tempo em que o apagão chama atenção para a urgência climática, o avanço na matriz energética demonstra que a companhia busca transformar discurso em prática, conectando comunicação com mudanças reais na operação.
A agenda de sustentabilidade também está integrada à governança da empresa. Em 2022, a Arcos Dorados realizou a primeira emissão de um título atrelado a metas sustentáveis do setor, vinculando parte da remuneração de executivos ao cumprimento de indicadores ambientais, o que fortalece a execução das metas em todos os níveis da companhia.
Todas essas iniciativas fazem parte da plataforma Receita do Futuro, estratégia de ESG que orienta as ações da empresa em frentes como mudanças climáticas, eficiência operacional e geração de valor compartilhado. A proposta é equilibrar crescimento do negócio com impactos positivos tanto para consumidores quanto para o meio ambiente, consolidando um movimento que vai além de ações pontuais e passa a estruturar o modelo de operação da marca.























