Agibank convoca os “Zicas” do Brasil para secar a Argentina e presenteia participantes com camisa da seleção rival

Redação
Escrito por Redação
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O Agibank transformou uma das superstições mais populares do futebol em uma campanha para o maior campeonato do mundo. Criada pela agência monkey-land, a ação convoca brasileiros que tenham “Zica” na composição do nome para ajudar a transferir toda a má sorte para a Argentina durante a competição.

A campanha faz referência aos 24 anos sem um título mundial da seleção brasileira e ao fato de a Argentina ser a atual campeã. No filme, um personagem passa por uma sequência de situações associadas ao azar, como atravessar por baixo de uma escada, derrubar um saleiro, deixar o chinelo virado e quebrar um espelho, enquanto comenta que a zica está solta e convoca os “zicadores” para a missão. A peça termina com a assinatura: “Zicadores, ajudem o Brasil”.

Para colocar a ideia em prática, o Agibank vai presentear clientes e novos clientes que tenham a palavra “Zica” na composição do nome com uma camisa da seleção argentina. Para participar, basta abrir uma conta, caso ainda não seja cliente, e realizar o cadastro no site da promoção. Segundo o banco, foram identificadas mais de 1.600 pessoas no Brasil com nomes como Zicarlos, Zicaeli, Zicátia e Zica da Silva, que agora estão oficialmente convocadas para transferir toda a má sorte para os hermanos.

“A ação brinca com uma superstição que faz parte do imaginário dos brasileiros e transformamos isso em uma iniciativa leve e divertida. Se a zica está por aqui, queremos levar ela para lá. E ninguém melhor para essa missão do que os próprios zicadores. De um jeito divertido, convidamos as pessoas a abrirem uma conta no banco e, de quebra, jogarem a zica para o lado dos hermanos”, afirma Ricardo Forli, sócio e diretor da monkey-land.

“Como uma marca que respira o Brasil, o Agibank sabe que o futebol vai muito além das quatro linhas. Ele mexe com as crenças e o humor do país inteiro. A ação nasceu dessa vontade de torcer junto com as pessoas. Usamos a superstição popular para gerar uma conexão genuína e mostrar que o banco entende a cultura do brasileiro e sabe rir junto com ele”, completa Matheus Girardi, CMO do Agibank.